A Abima – Associação Brasileira das Indústrias de Massas Alimentícias – representa os fabricantes de massas alimentícias, pães e bolos industrializados no Brasil. Seus associados são responsáveis por cerca responsáveis por 85% do volume de macarrão produzido no país e cerca de 70% do volume de pães industrializados e bolos, com uma produção 1,3 milhão de toneladas ao ano, faturamento de cerca de R$6 bilhões.
Fundada em 15 de agosto de 1984, a Abima entre seus objetivos estatutários, está preocupada em aumentar o consumo per capita do macarrão, pães e bolos industrializados no Brasil.
“Em geral, esse propósito exige sucesso nas diversas ações coordenadas em que estamos empenhados no momento”, explica o diretor presidente da Abima, Claudio Zanão. Segundo ele, não é suficiente apenas convencer a população a comer mais massa. “Existem questões estruturais e de legislação que precisam ser revistas para facilitar o consumo”, revela.
Como exemplo ele cita a incidência de impostos. “O macarrão é o único item da cesta básica que não tem tributação diferenciada. Se o produto recebesse o mesmo tratamento, poderíamos vender mais barato e, consequentemente, mais pessoas consumiriam”, avalia Zanão.
O diretor presidente da Abima também cita a cooperação com os associados para modernizar os meios de produção e aperfeiçoar modelos de gestão. “Intensificamos a assessoria técnica e jurídica para as empresas, além de oferecer mais cursos e workshops para capacitação profissional. Também disponibilizamos instrumentos visando à diminuição de custos operacionais, como a Central de Compras Abima – CCA”, enumera Zanão.
A Abima também tem um planejamento de comunicação para divulgar os benefícios nutricionais das massas alimentícias, pães e bolos industrializados. A associação pretende esclarecer que o alimento é fonte de carboidratos e outros elementos essenciais para uma dieta saudável. Por esses atributos são consideradas alimento energético, indispensáveis para uma alimentação balanceada e colocadas na base da pirâmide alimentar.“